20 de janeiro de 2012

Análise: Zelda Skyward Sword


Análise: The Legend of Zelda Skyward Sword




Sem dúvidas, Link faz parte dos primórdios de “caras que se lascam para proteger a donzela indefesa” dos vídeo games. Quantos Zeldas você já jogou e é sempre a mesma coisa? Sempre salvando a princesa Zelda das garras de qualquer que seja a ameaça. Mas de alguma forma, isso nunca se torna repetitivo, aNintendo tem certa habilidade de continuar lançando, ano após ano, continuações de suas franquias clássicas e de algum modo faturando uma nota. Dessa vez, no mais novo Skyward Sword, ela finalmente conseguiu fazer uso majestoso de seu controle com sensor de movimentos.



História
Nesse novo episódio, a atenção vai para bem antes do que entendemos de Zelda. Uma fissura se formou em Hyrule anos atrás, de onde saiu uma força maligna que desejava a Triforce para suas próprias intenções. Os Deuses usaram seus poderes para erguer aos céus a cidade chamada Skyloft, a fim de proteger  as pessoas e a própria Triforce. Então a entidade chamada Hylia e as tribos remanescentes lutaram contra os demônios até os derrotarem.
O jogo começa muitos anos depois e você toma o controle de Link, nascido e criado em Skyloft. Link começa a ter visões sobre seres terríveis e quando Zelda cai em Hyrule – uma terra esquecida e de pura maldade –
O game se passa antes de Ocarina of Time e a Zelda ainda nem é princesa e Ganon, vilão clássico a série, ainda nem existe. Eu não vou dizer que é ruim, mas também não é nenhuma evolução. É ok, simples assim.Link parte atrás de sua amada amiga.

Gameplay
Como tinha dito antes, o melhor uso dos controles de movimentos que vi até hoje. A base da jogabilidade da franquia continua a mesma: um mundo com visão superior e exploração para chegar até o ponto certo e salvar Zelda.
Mas o que difere Skyward Swordé sua mecânica simples e intuitiva. Os mapas estão mais simples e a jogabilidade bem mais divertida. Não pense que só balançar o WiiMote vai te fazer estraçalhar seus inimigos, a coisa é bem mais divertida que isso: você terá direcionamento de ataques. Dependendo do ângulo que seu braço esteja com o WiiMote, você poderá atacar por cima, pelos lados, no centro e até em giratória. A experiência de controlar a espada de Link é passada de um jeito
Você pode usar o chicote para trazer os inimigos mais perto

extremamente satisfatório e divertido, só por esse item, já é um game que vale a compra de um Wii. Além da espada, existe também um arco e flecha, estilingue e o escudo, além de um chicote e um pequeno besouro controlável para pegar itens em lugares de difícil acesso. É bom lembrar que é necessário possuir o acessório Wii Motion Plus para jogar Skyward Sword.
O visual está belíssimo, para os padrões do Wii. A trilha sonora, como sempre, está memorável, tanto pro lado bom quanto pro lado ruim (a música tema de Skyloft pode te deixar com algumas veias saltadas na cabeça), os personagens não tem voz mais uma vez, o que parece mais um retrocesso para a série. O jogo é bem extenso e pode lhe dar boas 40 horas de diversão.

Conclusão
O aniversário de 25 anos de The Legend of Zelda foi bem comemorado. Com este game, o Wii finalmente chegou ao seu ápice, entregando a total experiência que propôs a oferecer. Skyward Sword é um jogo bom, divertido e intuitivo, com puzzles inteligentes e visuais cativantes, se você tem um Wii, esta intimado a ter este game em sua coleção, se não tem, é uma boa razão para adquirir um. The Legend of Zelda Skyward Sword é um exclusivo para Nintendo Wii.

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