22 de janeiro de 2012

Confirmado: Rumores do Ps4 na E3

Kazuo Hirai, presidente da Sony Computer Entertainment, negou categoricamente os rumores de uma revelação iminente da PlayStation 4. 
Segundo o Wall Street Journal, em conferência de imprensa durante o CES, Hirai foi ao encontro dos comentários recentes de Andrew House, presidente da Sony Computer Entertainment Europe, onde nos quais ele referiu que nem sequer queria ouvir falar de uma PS4. 
"O Andy está completamente certo quando diz que não iremos fazer qualquer tipo de anúncio na E3," comentou ele. 
"Eu sempre disse que a PS3 terá um ciclo de vida de 10 anos, e não existe qualquer razão para fugirmos disso." 
Os rumores ganharam força depois do site MCV ter dito que fontes lhe haviam contado que seriam mostradas as novas consolas durante a E3 deste ano. 
Pelo menos já se sabe que a Wii U marcará presença no evento, onde serão revelados todos os detalhes da sua nova consola. 
Apesar dos rumores, a PlayStation 3 conta com 5 anos no mercado e ao que tudo indica está de pedra e cal, e a Microsoft também não parece estar preparada para mudar-se de malas e bagagens para um novo hardware, e ao contrário dos rumores também não fez qualquer anúncio de uma nova consola no CES.



Fonte: EuroGamer

20 de janeiro de 2012

Anonymous: Guerra Virtual?



Após fechamento do MegaUpload, grupo hacker realizou uma série de ataques, derrubando até mesmo o site do FBI. 

 

Em um documento postado no site Pastebin e no vídeo acima, os hackers do Anonymous oficializaram a série de ataques que fizeram na noite de hoje (19). Em resposta ao fechamento do site MegaUpload, o grupo derrubou os seguinteswebsites: 

  1. Departamento de Justiça dos EUA - justice.gov e usdoj.gov
  2. Universal Music - universalmusic.com
  3. RIAA - riaa.org
  4. MPAA - mpaa.org
  5. Orgão responsável pelos direitos autorais - copyright.com
  6. HADOPI, orgão francês responsável pelos direitos autorais - hadopi.fr
  7. Warner Music Group - wmg.com
  8. BMI - bmi.com
  9. FBI - fbi.gov


Após um dia de protestos contra o SOPA, a operação do FBI para remover um dos maiores sites de compartilhamento de arquivos da web parece ter acontecido em uma péssima hora. A revolta do Anonymous não deve se resumir a isso e internautas já falam em uma primeira guerra virtual. O que será que vem por aí?



Fonte:GameVicio

Análise: Dead Island


Depois do primeiro anúncio sobre Dead Island, me veio na cabeça apenas uma frase: mais um jogo de zumbis. Mas e se eu disser que ele é O jogo de zumbis, uma surpresa no mundo dos games?
A Techland não inovou em Dead Island, mas fez tudo o que esperávamos de um jogo com mortos-vivos. A desenvolvedora conseguiu juntar o que de melhor existia no mercado de RPGs, horror de sobrevivência, sand box e inseriu uma engine gráfica fenomenal e um enredo convincente. Para quem não conhece o game, Dead Island, como seu nome já diz, se passa em uma ilha infestada por zumbis. O jogador encarna um personagem que fará de tudo para não ser morto e contará com a ajuda de sobreviventes.
O jogo possui uma identidade de sand box, não somente pelo poder que o jogador possui em explorar a ilha, mas também com relação as missões. O personagem principal encontrará diversos sobreviventes e fará pequenos serviços para ganhar pontos de experiência e, ao mesmo tempo, dinheiro para poder se sustentar na ilha tomada pelos mortos-vivos.
Se prepare, porque o sangue vai voar pela tela e os gritos de horror vão tomar sua mente. A Techland não se omitiu na questão que se refere a violência. Quem jogou Dead Space vai relacionar as atrocidades cometidas pelos monstros da aventura espacial com o feito pelos zumbis de Dead Island. Aliás, a desenvolvedora trouxe algo que deu muito certo em Dead Space. É possível destruir braços, pernas e até decepar a cabeça dos mortos-vivos. O interessante é que esta pode ser uma excelente estratégia de jogo, já que quando menos você usar suas armas, mais tempo elas vão durar.



Ao começar a partida, o jogador poderá escolher entre 4 personagens, sendo eles bem diferentes um do outro com relação a suas características. Vale destacar que desde o início do jogo fica claro que a evolução do personagem será determinante para o desenvolvimento de certas características.

Para evoluir, o jogador conta com dois fatores: aquisição de pontos de experiência, que são acumulados ao matar zumbis e ao completar missões. A cada nível alcançado, o jogador poderá caracterizar seu personagem da melhor forma que quiser, como melhorar sua força, sua resistência e outros. Vale ressaltar a inclusão destes itens, já que durante a aventura, alguns tipos de ações realizadas pelo personagem custarão resistência, como dar golpes, correr e pular. Portanto, fique de olho, pois se você estiver com pouco fôlego poderá se complicar na aventura e principalmente se estiver cercado de zumbis. Outro fator interessante é que ao evoluir certas características, o personagem pode ganhar golpes especiais como o “fury”, onde seu personagem terá um momento de fúria e poderá destruir tudo o que estiver em sua volta rapidamente. Aliás, existe uma característica bem interessante, chamada “tackle”, que remete ao futebol americano. Se o personagem estiver correndo em direção a um zumbi, ele poderá derrubá-lo no chão.
Falando em atacar zumbis, o personagem terá que criar uma boa estratégia com suas armas, principalmente no começo do jogo. Como visto na série Fallout, ao utilizar uma arma, seja ela um bastão, uma pá ou uma foice, o objeto vai se desgastando, fazendo com que você tenha que repará-lo.
Por ser um sand box, o jogador terá muito o que interagir com o cenário. O jogo é um prato cheio para aqueles gamers que gostam de vasculhar cada canto de um ambiente, principalmente porque muitos itens serão encontrados. É possível achar armas, dinheiro e peças de aparelhos que poderão ser utilizados na construção de uma arma (lembrou de Fallout novamente?).
Uma das principais queixas dos jogadores de games do gênero sand box está na repetição das sidequests. Aqui entra um dos pontos positivos de Dead Island, que mesmo colocando à disposição dos jogadores diversas missões secundárias, consegue com maestria tirar a repetição encontrada nos títulos de mesmo gênero. Os artifícios são inúmeros, como o de criar um enredo interessante, além da diversificação ds objetivos dentro das missões. O jogador poderá escoltar um personagem até um ponto determinado, achar algum item perdido por um dos sobreviventes, entre outros, sem contar a aventura principal.
Munido a tudo isso, um dos fatos mais preocupantes é que em grande parte da aventura o jogador terá pela frente um combate corpo à corpo com os mortos-vivos. No início, o jogador poderá sentir um pouco de dificuldade, mas rapidamente terá controle sobre as ações do personagem. Nas opções de jogo é possível configurar a velocidade da câmera de visão, algo muito bom para quem sofre de fotossensibilidade.
Se por um lado o enredo é interessante e cativante, o mesmo não pode ser dito do carisma dos personagens que podem ser utilizados como coadjuvantes. Poucas frases são ditas pelo personagem principal durante a aventura, o que o torna frio e sem graça. A sugestão poderia ser um menu para a criação dos personagens, como existe em diversos jogos de RPG. Mesmo assim, este fator não é relevante ao ponto de estragar a aventura.
Fácil entendimento
Um dos pontos que eu acho importante em um RPG foi o da desenvolvedora conseguir mostrar o seu vasto conteúdo de informações, como armas, inventário, desenvolvimento do personagem e side quests de uma forma simples de se entender e de interagir e, em Dead Island a missão foi cumprida da melhor forma possível. O jogador não precisará de muito tempo para entender os menus. Logo de cara já dá para entendê-los e este ponto é importantíssimo para que o jogador possa se preocupar com o que realmente importa em um jogo, ou seja, a aventura e a diversão. Talvez, o ponto negativo tenha ficado para o mapa, onde não é possível dar muito zoom.
Durante a aventura, o som retrata o ambiente de uma ilha tropical, pregando bons sustos durante o jogo, com os gritos ensurdecedores dos mortos-vivos. Em compensação, a trilha presente no menu é mórbida e muito enjoativa.
Outro ponto positivo de Dead Island irá agradar aqueles que não possuem uma grande fluência no inglês. A linguagem é de fácil entendimento durante toda história e apenas prejudicada pelas minúsculas legendas durante as conversas entre os personagens. Caso tenha ficado algum detalhe para trás, basta entrar no menu do jogo e verificar o que foi dito, principalmente se for necessário se lembrar do objetivo de uma das missões.
Bugs
Apesar dos pontos positivos, Dead Island peca em alguns aspectos. No quesito gráfico, apesar da engine apropriada e muito bem escolhida, em determinados cenários fechados, parte da tela congela, não trazendo ao jogador uma experiência visual agradável. É possível perceber, que ao se tratar de um sand box, diversos bugs foram achados. Vale destacar que não estou falando dos bugs da versão de PC, pois eles já foram consertados.
Percebe-se claramente que o trabalho de teste feito no jogo não foi bem feito e é possível encontrar alguns glitches na partida. Vale ressaltar que em jogos do gênero sand box este trabalho é dificultado pela enorme variável de situações possíveis durante a partida.
Durante as 20 horas de jogo, encontrei apenas um bug preocupante. Durante uma das quests, em que era necessário levar uma sobrevivente para um abrigo, a personagem não se movia do lugar. Para resolver a situação tive que reiniciar o jogo para que o problema fosse resolvido.
Alguns problemas de cenário podem ser encontrados, caso o jogador vasculhe todos os cantos do ambiente. São partes do corpo que atravessam objetos, como visto nos antigos jogos.  O game também possui alguns problemas de roteiro, principalmente no desenrolar da aventura. Existe uma parte específica onde pode ser notado isso, mas para não soltar spoilers, vou apenas dizer que este problema ocorre no final do terceiro capítulo.
Curiosidade
Os desenvolvedores da Techland colocaram em Dead Island diversas referências a cultura geral e a cultura gamer. O mais legal é que estes fatos podem ser facilmente percebidos. Algumas missões fazem referência ao mundo da música e do cinema, como seus próprios nomes já dizem. O mesmo pode ser dito do nome de algumas conquistas.
  • My Precious - referência ao personagem Golem, de Senhor dos Anéis;
  • Toy Story - referência ao filme Toy Story;
  • Lighty My Fire - referência direta a música da banda The Doors;
  • Welcome to the Jungle - referência direta a música da banda Guns N’ Roses;
  • No Raccons Here - referência a cidade ficticia de Racoon  City, presente nos jogos da série Resident Evil;
  • Together in the Light - analogia contrária ao título Alone in the Dark;
  • Zed’s Demise - referência ao filme Pulp Fiction, de Tarantino.
A cereja do bolo
Resolvi criar um capítulo à parte, pois o multiplayer de Dead Island é um fator que merece destaque. Isso não significa que o jogo não seja divertido no modo offline. Pelo contrário. Se você gosta de jogar sozinho, de forma concentrada, o título vai divertí-lo por horas, mas se curte um jogo online, principalmente com seus amigos, Dead Island fará isso com primor, utilizando a mesmo modo já encontrado em Borderlands.
No multiplayer de Dead Island é possível jogar com mais 3 pessoas, independente se o personagem for o mesmo de seu amigo. Para não prejudicar o desempenho da campanha offline é sempre importante entrar no lobby do jogador que estiver mais “atrasado” na aventura, pois desta forma não se perderá elementos do roteiro.
Vale destacar, como foi dito anteriormente, que o sistema no modo multiplayer para as conquistas de pontos de experiência, itens e dinheiro, segue o encontrado em Borderlands. Ou seja, para não ocorrer concorrência na aquisição de itens, sempre que um jogador conseguir uma carteira recheada de dinheiro, o mesmo valor será fornecido para todos os participantes do jogo. O mesmo ocorre na aquisição de itens e XP.  Se você quiser, o modo multiplayer permite a troca de armas e itens com seus amigos durante a aventura.
Conclusão
Eu sempre aguardei um jogo de zumbis divertido e com imersão, e parece que finalmente fui agraciado com ele. Dead Island possui excelentes gráficos, uma jogabilidade simples e elementos de RPG na medida certa, sem complicar o entretenimento do game. Ao começar a jogar Dead Island a sensação é a de fazer quests e não querer parar mais.

Análise: Zelda Skyward Sword


Análise: The Legend of Zelda Skyward Sword




Sem dúvidas, Link faz parte dos primórdios de “caras que se lascam para proteger a donzela indefesa” dos vídeo games. Quantos Zeldas você já jogou e é sempre a mesma coisa? Sempre salvando a princesa Zelda das garras de qualquer que seja a ameaça. Mas de alguma forma, isso nunca se torna repetitivo, aNintendo tem certa habilidade de continuar lançando, ano após ano, continuações de suas franquias clássicas e de algum modo faturando uma nota. Dessa vez, no mais novo Skyward Sword, ela finalmente conseguiu fazer uso majestoso de seu controle com sensor de movimentos.



História
Nesse novo episódio, a atenção vai para bem antes do que entendemos de Zelda. Uma fissura se formou em Hyrule anos atrás, de onde saiu uma força maligna que desejava a Triforce para suas próprias intenções. Os Deuses usaram seus poderes para erguer aos céus a cidade chamada Skyloft, a fim de proteger  as pessoas e a própria Triforce. Então a entidade chamada Hylia e as tribos remanescentes lutaram contra os demônios até os derrotarem.
O jogo começa muitos anos depois e você toma o controle de Link, nascido e criado em Skyloft. Link começa a ter visões sobre seres terríveis e quando Zelda cai em Hyrule – uma terra esquecida e de pura maldade –
O game se passa antes de Ocarina of Time e a Zelda ainda nem é princesa e Ganon, vilão clássico a série, ainda nem existe. Eu não vou dizer que é ruim, mas também não é nenhuma evolução. É ok, simples assim.Link parte atrás de sua amada amiga.

Gameplay
Como tinha dito antes, o melhor uso dos controles de movimentos que vi até hoje. A base da jogabilidade da franquia continua a mesma: um mundo com visão superior e exploração para chegar até o ponto certo e salvar Zelda.
Mas o que difere Skyward Swordé sua mecânica simples e intuitiva. Os mapas estão mais simples e a jogabilidade bem mais divertida. Não pense que só balançar o WiiMote vai te fazer estraçalhar seus inimigos, a coisa é bem mais divertida que isso: você terá direcionamento de ataques. Dependendo do ângulo que seu braço esteja com o WiiMote, você poderá atacar por cima, pelos lados, no centro e até em giratória. A experiência de controlar a espada de Link é passada de um jeito
Você pode usar o chicote para trazer os inimigos mais perto

extremamente satisfatório e divertido, só por esse item, já é um game que vale a compra de um Wii. Além da espada, existe também um arco e flecha, estilingue e o escudo, além de um chicote e um pequeno besouro controlável para pegar itens em lugares de difícil acesso. É bom lembrar que é necessário possuir o acessório Wii Motion Plus para jogar Skyward Sword.
O visual está belíssimo, para os padrões do Wii. A trilha sonora, como sempre, está memorável, tanto pro lado bom quanto pro lado ruim (a música tema de Skyloft pode te deixar com algumas veias saltadas na cabeça), os personagens não tem voz mais uma vez, o que parece mais um retrocesso para a série. O jogo é bem extenso e pode lhe dar boas 40 horas de diversão.

Conclusão
O aniversário de 25 anos de The Legend of Zelda foi bem comemorado. Com este game, o Wii finalmente chegou ao seu ápice, entregando a total experiência que propôs a oferecer. Skyward Sword é um jogo bom, divertido e intuitivo, com puzzles inteligentes e visuais cativantes, se você tem um Wii, esta intimado a ter este game em sua coleção, se não tem, é uma boa razão para adquirir um. The Legend of Zelda Skyward Sword é um exclusivo para Nintendo Wii.

Análise GOTY + Rapido Guia de Sobrevivência: Skyrim



Eu sempre fui um grande fã de RPG. Este sempre foi o meu estilo de jogo favorito. Não aqueles ditos “action rpg”/”hack n´slash”, onde o objetivo do jogo é apenas andar e matar tudo o que vem pela frente. Rpg tem que ter interatividade, você fazer o seu próprio caminho. E é nesse sentido que Skyrim se sobressai. Nele, você tem várias possibilidades, e várias maneiras de evoluir.
Falando em evoluir, Skyrim (assim como Oblivion), muda um pouco o conceito de que você apenas evolui se matar mobs ou completar quests. Aqui, tudo conta. Se você usa uma espada para matar seus inimigos, o seu nível com espada aumenta, contribuindo assim para você aumentar de nível. Usar magias, se esconder, arrombar portas, roubar, conversar, comprar e vender coisas, criar itens… tudo isso conta para você subir de nível.
Os caminhos que você pode escolher (as famosas perks) também estão presentes. E desse vez, muito mais fácil de lidar do que em Oblivion. Vamos dar uma rápida olhada nessa tela:

Tudo o que estiver o fundo em azul, corresponde as perks (habilidades desenvolvidas) relacionadas a quem quer criar um mago. Fundo vermelho, guerreiro, e fundo verde thief. A “escolha” de classe em Skyrim também é interessante. No começo do game, logo após uma curta cinematic de introdução, você escolhe a sua raça, e seu nome. Se você já tiver em mente a maneira que deseja jogar, melhor ainda: cada raça possui bônus específicos que favorecem determinada classe. Mas, voltando as classes do jogo. Você não define a sua classe em uma tela, como faz em todos os outros jogos. Aqui, o game se adapta ao seu estilo. Gosta de soltar magias? Pois bem, os seus atributos relacionados a magia se tornarão mais fortes, assim você pode investir seus pontos de experiência em perks que melhoram esse seu estilo do jogo. Gosta de jogar com armas de 1 mão? Gosta de fazer emboscadas? Cada estilo de jogo que você possui,  o game se adapta, e vai evoluindo a habilidade relacionada a seu estilo de jogo. E aqui entra outra coisa MUITO bacana em Skyrim: você não está preso a sua classe. Se você quiser ser um mago que usa armadura pesada e carrega uma espada com altíssimo dano, VOCÊ PODE. Quem define a maneira de jogar, é você e suas habilidades, não a classe que você escolheu lá no começo do game! Essa oportunidade, por si só, já é incrível.
Se tudo isso não bastasse, você ainda pode se transformar em vampiro ou em lobisomem. Logo no começo do jogo, eu tive o azar de ser atacado por vampiros. Consegui derrotá-los, mais não sem antes ser infectado. Se transformar em vampiro implica  em você se tornar uma criatura basicamente noturna. Em contrapartida, você fica mais forte e resistente a doenças. Para se curar do vampirismo, é simples: apenas vá até Whiterun e reze no altar defronte a torre do rei. Ainda não topei com nenhum lobisomem pelo caminho.
Se alguma quest está muito difícil para você, você pode contratar mercenários para lhe ajudar, além do que logo no início do game você já recebe uma fiel escudeira que vai lhe acompanhar por toda a sua aventura.
 Tá, o RPG do game é fantástico, mais, e os gráficos ?! Meu amigo, se você possui um bom PC, vai aproveitar todo o potencial gráfico desse jogo. E lhe adianto, os gráficos são muito, muito bons. 
Vamos dar uma pequena olhada:











Como nenhum game é perfeito, Skyrim também tem seus pontos fracos. Se você jogar em terceira pessoa, vai ficar decepcionado com a fraca animação do personagem, que mais parece um robô, e os inimigos ao levar um golpe não expressão dor nem nada do tipo! Também o nível de dificuldade é meio maluco. Você mata alguns mobs com apenas um golpe, e logo depois já acha um mob impossível de ser derrotado (claro que isso acontece poucas vezes durante o game, mais quando acontece, irrita).
Você também vai topar com alguns pequenos bugs relacionados a alguns personagens e mobs, mais nada que atrapalhe muito. Aliás, devido a vastidão do game, é até compreensível esses bugs. O espaço no inventário, a meu ver também é pequeno.
O problema do inventário você consegue contornar com um bug exploit simples: atire todas as coisas no chão, e mande Lyidia catar tudo. Dessa forma, o inventário dela se torna infinito. Acho que ela já está carregando umas 9 toneladas de coisas pra mim. Depois quando chegar na frente de um vendedor, de um trade com ela, pegue tudo, e venda.
Enfim, Skyrim é game gigantesco, você nem sentirá falta do multiplayer. Existe tanta coisa a se descobrir, tanta coisa a se fazer além da história principal, que esse jogo com certeza lhe deixará entretido por muito e muito tempo. Se você gosta de RPG, ou de jogos que lhe dão alguma liberdade de fazer o que quiser, este jogo foi feito pra você.
 Se recomendamos esse jogo?  Resposta: SIM! SIM! SIM!
ALGUMAS DICAS:
1 – Qual raça é melhor? A resposta é: depende. Depende se você quer jogar mais como thief, warrior ou mage. Aqui está o que é melhor para o que:
THIEF: Argonian, Dark Elf, Khajiit, Wood Elf
MAGE: Breton, High Elf, Imperial
WARRIOR: Nord, Orc, Redguard
2 – Meu inventário é muito pequeno, como posso carregar mais coisas?
O problema do inventário você consegue contornar com um bug exploit simples: atire todas as coisas no chão, e mande Lyidia catar tudo. Dessa forma, o inventário dela se torna infinito.
(Mais atualizações conforme vou jogando. Qualquer dúvida, não hesite em perguntar nos comentários)
3 – Vai enfrentar muitos inimigos? Salve o jogo antes!
Essa dica vale durante todo o jogo. Salve sempre, e salve muito durante o jogo. Isso pode lhe poupar de dar uma volta imensa no mapa, ou de recomeçar uma missão láááá atrás. Se acostume a salvar o jogo manualmente sempre!
4 – Use um pouco cada tipo de arma/magia
Mesmo que você seja um adorador do dano de armas 2 mãos, varie um pouco as armas e magias que você usa. Isso vai fazer com que você suba de nível mais rapidamente, e será muito útil mais adiante no jogo. Por exemplo: se você for um expert em armas de 2 mãos, vai sofrer para dar dano em um dragão no ar até que ele desça para você matar ele. Quanto maior a variedade de armas que você estiver especializado em usar, melhor.
5 – Não se acostume muito a usar o fast travel
Toda vez que você já conheceu um lugar, poderá acessar o mapa e ir diretamente para aquele local, sem ter a necessidade de andar por todo (o gigantesco) mapa. Isso vai lhe poupar muito tempo, porém vai lhe impedir de matar todos os mobs que encontrar pelo caminho, o que vai fazer com que você suba de nível mais lentamente. Isso sem falar em todos os segredos ocultos de Skyrim que você vai perder. Uma dica bem valiosa: sempre que você ver uma caverna, não hesite: entre lá e a explore de ponta a ponta. Muitos shouts você vai encontrar dentro de cavernas, além de excelentes itens. Por isso, fica a dica: use a fast travel com moderação.

Nostalgia: 15 anos de Resident Evil

Bom, eu vou falar a GIGANTESCA historia da série Resident Evil ou Biohazard ( nome do game no Japão )


Então de acordo com minhas informações e com a ajuda de outros sites vamos começar.


A série RE é uma franquia da Capcom. Na época o RE era um game Survival Horror, ou seja terror.
O RE foi inspirado no filme japones "Sweet Home" ( que foi lançado apenas no Japão )


Em 1996 foi lançado o Resident Evil 1


O RE 1 foi lançado apenas para o console Ps1 e depois pra o Sega Saturn.

O jogador na pele de um membro do time Alpha da força tarefa S.T.A.R.S, na busca do time Bravo, desaparecido na floresta de Raccoon City.
O time Bravo tinha como objetivo investigar uma série de assassinatos brutais na região.
Após encontrar o helicóptero do time Bravo, o time Alpha inicia uma varredura na área, até serem encurralados por cães extremamente ferozes e rápidos, que vão eliminando os membros do time. 
Os poucos sobreviventes do time Alpha batem em retirada, até encontrar uma mansão aparentemente abandonada. Presos na mansão, o time inicia uma busca por saídas ou algo que pudesse ajudar a sair da difícil situação. Entretanto, as coisas só pioram... 
Durante as primeiras investigações na mansão, o jogador encontra um membro do time Bravo, Kenneth J. Sullivan, morto. Mais do que isso: Ele estava sendo devorado por um tipo de zumbi. 
Ai que começa a grande historia sobre zumbis e tal. 
No game voce entra na pele de Chris Redfield ou Jill Valentine (Niguem escolhe o Chris porque ele é ruim) e o game tinha dois finais e o vilão é o famoso Albert Wesker. 
E a primeira cut scene era feita por atores reais

Em 1998 foi lançado o Resident Evil 2

A continuação da saga teve seu lançamento inicial para PlayStation, e posterior lançamento para Nintendo 64, Dreamcast, PC e Game Cube. 
O game narra a tomada de Raccoon City pelo T-Virus, tornando-a uma cidade de zumbis e outras aberrações. Nela, alguns sobreviventes tentam encontrar um meio de escapar do caos. 

Entre os sobreviventes, temos os personagens controláveis Leon S. Kennedy, oficial de polícia que acaba de ser transferido para Raccoon City, e Claire Redfield, estudante que está na busca de seu irmão, Chris Redfield. 


A jogabilidade do game apresenta uma melhoria significativa, tanto em gráficos como em opções. No game, a quantidade de zumbis e outros inimigos surgindo ao mesmo tempo é bem maior, se comparado ao game anterior. Além disso, agora o jogador podia ter noção de como estava a saúde do personagem apenas pela sua animação. Em situações normais, o personagem caminha sem maiores dificuldades. Em situações intermediárias, o personagem caminha cobrindo o estômago (como se tivesse uma ferida na área). Por fim, quando a energia do personagem estivesse em situações críticas, o mesmo caminharia com dificuldade, mostrando seriedade nos seus ferimentos. 
As animações de morte do personagem também estavam mais brutais. No game anterior, as animações não continham uma violência tão explicita. Neste episódio, por exemplo, podemos ver o personagem ser devorado vivo por um inimigo, culminando na tela de Game Over. 




Em 1999 foi lançado o Resident Evil 3: Nemesis

ou Last Escape no Japão é o último game da série Resident Evil para o PlayStation. Posteriormente ele foi lançado para PC e Dreamcast. Atualmente, há a possibilidade de se baixar o game na PlayStation Network, para o PlayStation 3 e PlayStation Portable. 
O game narra acontecimentos que antecedem os eventos de Resident Evil 2 (mais precisamente, os eventos entre Resident Evil e Resident Evil 2). Posteriormente, o game narra os eventos que selam o destino de Raccoon City (pós Resident Evil 2). 
O game narra acontecimentos que antecedem os eventos de Resident Evil 2 (mais precisamente, os eventos entre Resident Evil e Resient Evil 2). Posteriormente, o game narra os eventos que selam o destino de Raccoon City (pós Resident Evil 2). e realmente é um inferno ele atras de você


E o Nemesis é um controlado para matar os ultimos membros da S.T.A.R.S

Em 2000 foi lançado o Resident Evil Code: Veronica

Code: Veronica (ou simplesmente Veronica no Japão) é o primeiro game da franquia da Capcom que não foi lançado para um console da Sony que me deixou meio frustado e me deixo meio que obrigado a comprar o dreamcast 
O game narra a continuação da busca de Claire pelo irmão Chris, após o término de Resident Evil 2. Para tanto, Claire viaja até Paris (em Resident Evil 2 foi informado que Chris estava na Europa), deixando Leon e Sherry (a filha do criador do G-Virus) para trás. 
Claire tenta invadir uma fábrica da Umbrella, mas acaba presa em Rockfort Island, onde conhece Steve Burnside, outro detento da ilha. Paralelamente, descobrimos que Albert Wesker continua vivo e trabalhando para a Umbrella (era creditada a sua morte no primeiro Resident Evil). Sua missão é encontrar outra variante do T-Virus: O T-Veronica. Ao mesmo tempo, Wesker libera o T-Virus pela ilha. 
As tentativas de fuga de Claire são fracassadas, até a chegada de seu irmão. Chris teria entrado em contato com Leon, que explicou a busca de Claire ao desaparecido integrante da S.T.A.R.S. 

Em 2002 foi lançado o Resident Evil Zero

Resident Evil Zero volta no tempo com o objetivo de mostrar como a história criada pela Capcom começou. 
Para tanto, o game narra a chegada do time Bravo na floresta próxima de Raccoon City. O helicóptero do time sofre uma pane e é obrigado a fazer um pouso de emergência. Em pouco tempo o time encontra, próximo do local do pouso forçado, um comboio militar. Nele, restam apenas mortos. Com a situação, o time Bravo inicia uma busca e varredura pela área, atrás e pistas sobre o crime. 
Rebecca Chambers (que dá apoio a Chris no primeiro game) acaba encontrando um trem parado no meio da floresta: o Ecliptic Express. Dentro dele, ela encontra o passageiro que o comboio militar levava, o acusado de 23 assassinatos Billy Coen. 
Após enfrentar algumas aberrações, como estranhas sanguessugas, a dupla percebe que o trem esta andando, rumo a um desfiladeiro. Para evitar um fim trágico, os dois acionam os freios do trem, mudando o curso do mesmo para um antigo laboratório e centro de treinamento. 
Lá, Coen revela que era um soldado que combatia milícias na Guerra Civil africana, sendo obrigado a matar pessoas contra a sua vontade e, posteriormente, descobriu que as ordens de execução eram baseadas em informações falsas. 
A dupla acaba descobrindo a existência do Progenitor Virus, a base do T-Virus, desenvolvido pelos responsáveis da instalação em que se encontram. Combinado com o vírus ebola e o DNA de sanguessugas, o Progenitor Virus, dá como resultado o T-Virus. 
Baseada nestas informações, o game narra o nascimento da praga que assolaria toda a cidade de Raccoon, bem como a fuga de Rebecca do local, até entrar na mansão, palco do primeiro Resident Evil. 
O game utiliza um sistema de duplas, similar ao presente em Resident Evil 5, onde o jogador controla um personagem e a inteligência artificial do game o outro. Ou ainda é possível dividir a dupla e cada um explorar um cenário, ao mesmo tempo. Esse sistema de dupla permite a criação de novos tipos de quebra-cabeças para o game (quem jogou Hauting Ground, do PlayStation 2, sabe do que se trata). 

Em 2004 foi lançado o Resident Evil: OutBreak e Resident Evil: OutBreack File #2

Eu nao joguei os dois, fala que os dois são multiplayers

Em 2005 foi lançado o Resident Evil 4

Bom esse game renova a série, dando maior ênfase para batalhas contra múltiplos inimigos, em cenários mais abertos e com uma maior quantidade de munição e itens que recuperam a energia. 
Por estes fatores, muitos consideram o episódio como o inicio da decadência da franquia, colocando em segundo plano o fator terror. 
Resumindo:Terror fora e Açao dentro!

A história do game narra o retorno de Leon como protagonista, agora um agente do Serviço Secreto americano. Seu objetivo é encontrar Ashley Grahan ( ela é uma acompanhante chata que doi ) , filha do presidente dos Estados Unidos, seqüestrada por um culto chamado Los Illuminados.

Os Inimigos não são mais zumbis são os Ganados. 
E varios tipos de inimigos:

Ganados

Garrador
Cara da serra eletrica

El Gigante

Cachorros com a La plaga

Salazar

JJ

E o ultimo

Em 2009 foi lançado o Resident Evil 5

Resident Evil 5 é o último game da franquia até o momento. Carregando consigo o título de game da franquia que mais vendeu ata hoje (contando mais de 5 milhões de cópias), o game já é considerado um sucesso comercial. 
O game se passa dez anos após os acontecimentos do primeiro Resident Evil, com Chris Redfield como integrante da BSAA (Bioterrorism Security Assessment Alliance), em missão na África, com o objetivo de investigar uma possível ameaça terrorista através de armas biológicas. 
Em território africano, ele conhece aquela que será sua parceira nas investigações: Sheeva Alomar. A missão da dupla é investigar, juntamente com outros membros da BSAA, as intenções de Ricardo Irving, contrabandista que pretendia vender uma espécie de arma biológica no mercado negro. Ao chegarem ao local onde Irving estaria, a dupla depara-se com uma multidão ensandecida. 

E o vilao é....

Albert Wesker

E ACABOOOOOO. Essa mega analise foi foda. mas eu me orgulho de fazer pra uma série tao boa quanto RE